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11/09/2018 00h00
 

DAS CINZAS DE PIRATINI ...
O pampa e seu destino

 

Especial para A FOLHA, Torres – 11 setembro 

 

Até quando vamos endeusar a revolução farroupilha? Juremir Machado da Silva - Correio do Povo |...

http://www.correiodopovo.com.br/…/ate-quando-vamos-endeusar…

Para aprofundar História do RS: A ESTÂNCIA E O GAÚCHO EM SUAS PROJEÇÕES HISTÓRICAS

Coletânea - Paulo Timm  Org -2016 http://www.paulotimm.com.br/…/Obr…/160406044202QUERENCIA.pdf

 

 

“Sou de pouca política. Me desfiz de ser. .E considero que a única questão realmente relevante não é a decidir sobre socialismo ou democracia, mas a de  saber se Deus existe”. Palavras sábias de  Guimarães Rosa, seja diretamente ou através de seu alterego ficcional, Riobaldo, em “Grande Sertão Veredas”, meu livro de cabeceira, como era a “Ilíada” para os antigos gregos.

 Eu também já me desfiz do pouco que fui de político. Ficaram-me algumas lembranças e este diálogo semanal com vocês, aqui em A FOLHA.

Semana cheia, daquelas que serão lembradas pelos historiadores:  Dilma voltou pra casa, temos uma mulher como nova Presidente do Supremo na linha de sucessão, caiu o deputado Eduardo Cunha, senhor de muitos anéis, além de polpudas contas no exterior e foi indiciado pelo Ministério Público, na Lavajato, o ex presidente Lula da Silva, como o poderoso chefão da propinocracia.  Brasília ferve. A mídia só fala nisso. E as ruas se dividem entre os intrépitos gritos de FORA TEMER e um silêncio ensurdecedor dos que não se manifestam. A maioria, perplexa, está com a respiração presa...Para onde iremos? Eu, que, como disse, já me desfiz da Política, sugiro, modestamente, que o melhor seria Temer renunciar e que novas eleições se realizassem para cumprir o restante do mandato cassado.

 Diante disso, os mais velhos assistem a tudo-  preocupados- e  lembram que estamos precisando de um Nelson Rodrigues, jornalista e escritor , famoso por suas crônicas nos anos 1950 /60para dar conta de tantas “obsessões”. Ou de um Paulo Francis, outro cínico antológico até no falar, que lhe sucedeu. Ou, enfim, qualquer outro desses clássicos românticos desiludidos, únicos capazes de encontrar nesta conjuntura alguma graça. Eu, escrevinhador de província, não ouso. Preferiria, aliás, fôssemos um país menor e menos complexo, nem que fosse para eu entendê-lo à contento da crônica. E, por falar nisso, estamos em setembro, e a  gauderiada se alça- ou alceia como dizem os portugueses – no  preparo das festividades da Revolução Farroupilha. Juremir Machado, escritor e ensaísta crítico consagrado, com vários livros sobre o evento, a contesta, e não vê a hora de pararmos de celebrar uma traição. Eu relembro o 20 de setembro sem euforia, mas como uma grande oportunidade para discutir mais uma de minhas teses condenadas ao fracasso: o Rio Grande independente. Também defendo a extinção do Senado Federal, o fim do monopólio da representação política por Partidos, a Escola em Tempo Integral, a reavivação do Trabalhismo como uma via para o desenvolvimento democrático no país e a Paz entre os povos...(entre outras).

Rio Grande independente, separado do Brasil?

Que loucura! Na melhor das hipóteses íamos nos tornar um Uruguai ainda mais empobrecido. Não temos petróleo...! O nosso Estado não consegue nem pagar seus funcionários, imagine Embaixadores no resto do mundo...! Que loucura!

Como disse, não moverei uma palha para a luta pela independência do Rio Grande do Sul. Já me desfiz da política. Mas adoro usar a pena para divulgar ideias e, sobretudo, promover confusão. Esse o papel, aliás, do intelectual: Criar caso. Certa feita, o grande Umberto Eco foi convidado pelo então Presidente François Mitterrand, da França, para participar de um seminário, realizado em Paris, para falar sobre a Crise e Perspectivas da Europa. Na sua hora de falar, ele se levantou e disse apenas, para espanto e irritação de todos: -“Nem existe crise, nem, muito menos perspectivas.” Faço o que posso. E não escrevo apenas como indução ao  esclarecimento, mas na esperança de estimular o agir. Alguém já disse, talvez tenha sido Emerson, o filósofo, que se Apolo só pensasse e não agisse, seria um imbecil. Entre os clássicos, na Grécia e Roma, nem havia essa cisão entre entre uma e outra coisa. As ideias eram cultivadas como umbral da ação, assim como os argumentos  o eram  da razão. Vou por aí...

Na Europa, por exemplo, de onde acabo de chegar depois de uma longa temporada de reflexão, muitas regiões defendem sua independência: Catalunha e País Basco, na Espanha; Escócia e, agora, Irlanda do Norte, na Inglaterra; Chechênia, na Rússia; para não falar no esfacelamento da antiga Yugoslávia em vários pequenos países ou da antiga Checoslováquia, divida em dois. Não vejo nada de mal que algumas regiões pensem e proponham sua autonomia política no Brasil, dentre eles o Rio Grande do Sul. Isso não é um ato contra o Brasil, mas a favor do Rio Grande, diante de duas situações problemáticas: Uma, a importância do agir local num contexto cada vez mais global; outra, o fracasso do federalismo no Brasil, cada vez mais condenado à eternização do coronelismo no comando político da nação. Não se trata, aqui, das mesmas teses, hoje em voga de defensores da autonomia do Rio Grande no rastro da República do Piratini e contra os improdutivos irmãos do norte e nordeste. Não sabem o que dizem, embora, paradoxalmente, acertem no que não viram: a necessidade da separação do Brasil.

 A “minha” independência, embora antropologicamente amparada no entendimento das singularidades da cultura rio-grandense – mal existíamos quando o Brasil, já socialmente constituído, declarou-se independente, em 1822 - ,  nada tem a ver com o passado, seja ela dos farrapos ou maragatos e chimangos. Tem a ver com possibilidade de construirmos um pais menor e mais homogêneo,  capaz de dirigir-se rumo a seu destino com maior facilidade do que sob o controle de um Poder Central extremamente absorvente e conspícuo, dominado por elites políticas que correspondem a outra realidade muito diferente da nossa. Somos a quarta economia do pais e somos um dos últimos em termos de capacidade de interferência nos negócios nacionais. Curiosamente, até indicamos presidentes, como nos governos militares e na era petista, mas isso não altera a trama de relações nas quais estamos subsumidos, dentre elas, a trama da moeda, do câmbio e do crédito, totalmente dominados pela União, de longa data denunciados como desfavoráveis ao desenvolvimento regional, e a outra, mais perversa, da questão fiscal: pagamos um tributo anual ao Governo Central, equivalente à nossa dívida e que acaba, por determinação constitucional, alimentando os cofres das elites polítcas atrasadas dos Estados com menor nível de desenvolvimento.

Aos que dizem que seríamos um Uruguai piorado, em claro preconceito contra los hermanos ao sul do Rio Grande, digo que estaríamos muito mais para um Portugal revigorado, sem as peias da União Europeia,  que tem mais ou menos nosso tamanho e uma qualidade de vida muito melhor, com um salário mínimo 2,5 vezes maior do o nosso. E belas escolas públicas de tempo integral para suas crianças, sem Senado Federal, nem Governadores improdutivos . Sem bolsões de miséria, nem violência urbana, eis que o quinto país mais pacífico do mundo e um dos mais simpáticos...

Aqui, então, sem qualquer saudosismo a minha lembrança do precedente. Se foi possível em 11 de setembro 1836, e não 20 de setembro de 1835, como querem os CTGs, quem sabe o grito não poderá ser um dia ouvido:

Camaradas! Nós que compomos a 1ª Brigada do Exército liberal, devemos ser os primeiros a proclamar, como proclamamos, a independência desta província, a qual fica desligada das demais do império e forma um Estado livre e independente, com o título de República Rio-Grandense, e cujo manifesto às nações civilizadas se fará oportunamente. Camaradas! Gritemos pela primeira vez: Viva a república Rio-Grandense! Viva a Independência! Viva o Exército republicano rio-grandense!

Em 12.11.1836 o governo republicano publica o decreto de criação da bandeira tricolor.

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Anexos


As causas da Revolução Farroupilha

Carlos Zatti

SEMANA FARROPILHA ?


 

Foram diversas as causas que motivaram a Revolução Farroupilha, notadamente a elevada carga tributária que centralizava recursos na Capital do Império, sem a contrapartida correspondente.

Mesmo assim, o levante de 20 de setembro de 1835 não foi suficiente para que a Regência reconhecesse a discriminação que fazia à província meridional e, então, a Revolução proclamou a República Rio-Grandense em 11 de setembro de 36, legitimada com base no direito universal dos povos, pelas Câmaras de Vereadores das principais cidades gaúchas da época. E a contenda deixou de ser uma Revolução para ser uma Guerra - Guerra dos Farrapos - pois não era mais uma convulsão interna, dentro do mesmo país, eram exércitos de duas nações peleando cada qual por sua Pátria.

Nos dias atuais, por indução do MTG, os cetegeanos se reúnem no intento de homenagear aqueles heróis que resfolegaram as coxilhas de 1835 a 45, tentando um paralelismo à Semana da Pátria, com sua “Semana Farroupilha”.

Mas a paz de Ponche Verde foi assinada de igual para igual. Podemos até afirmar que o Estado Rio-Grandense voltou ao convívio da Pátria brasiliana sem revogar, ou relegar, sua independência. E se alguém duvida que não se faça de rogado e olhe para a bandeira do Rio Grande do Sul onde lerá em seu dístico: ‘República Rio-Grandense’. Seria ou, é uma república dentro de outra?!

E ainda, nos dias atuais, o poder central continua explorando e discriminado nosso Sul. Mas se foi o gaúcho que colocou os alambrados da invernada lá do fundo e escolheu o lado para fincar seu rancho, pode, muito bem, irmanado com o barriga-verde e o tingui, mudar a cerca e fincar os palanques mais ao norte.

Como o movimento tradicionalista gaúcho se estriba no passado para montar no presente e construir o futuro, e transplantou simbolicamente o galpão da estância para a cidade para, sob seu teto, irmanar gentes na mesma iguala, palmeando a mesma cuia que corre de mão em mão sem conhecer a hierarquia; local da camaradagem, da honradez e da amizade; local dos causos, da poesia, do civismo e da guitarra campeira...

Mas parece desígnio que cada iniciativa tenha seus percalços, seus altos e baixos e, então, parece que o clarim que os guiava calou. Por que calou, se a tradição é a marcha batida que visa o resgate de valores que são válidos não por serem antigos, mas porque são eternos?  Por que calou, se a tradição é a identidade de um povo? — Porque lhes faltou a essência do porquê da Semana Farroupilha. Faltou-lhes a verdade, a honestidade, a razão. O MTG esqueceu as virtudes e traiu os homenageados, menosprezando o ideário dos heróis de 35, o simbolismo da Semana Farroupilha.

Será porque os brasileiros foram educados no convívio de governantes autoritários?

— Tanto que até o decantado Getúlio Vargas fez jogo duplo para ficar de bem com as potências estrangeiras, deixando a Gestapo nazista atuar dentro do Brasil para caçar adversários, durante a Segunda Guerra Mundial e, ao mesmo tempo, fazendo o jogo dos aliados, policiava e perseguia nossos avós só porque falavam em sua língua natal: alemão, italiano, japonês.

E foi este mesmo Getúlio que, numa iniciativa de mentecapto, mandou queimar todas as bandeiras estaduais (proibiu o estudo das cartilhas regionais nas escolas, que continham nossa história e nossos valores culturais, adotando uma só cartilha para todo o Brasil, além de proibir os hinos estaduais), enfraquecendo a cultura regionalista, com intento de centralizar mais e mais poderes ao estado unitário, num propósito "nacionalista", ignorando a existência de diversos povos em brasis distintos dentro do estado constituído.

— E os ditadores militares, então, aquela tragédia! Os estudantes aprendendo a aceitar tudo o que os livros oficiais ditavam de nossa História... Mentiras deslavadas que ainda hoje dominam a mente do povo, que nem diz “assim seja” porque só aprendeu dizer “amém”.

Contestando professores mal-intencionados ou mal informados metidos a sabichões ao enfatizarem que a Revolução Farroupilha não fora separatista, afirmamos, porque estamos convictos, que a Revolução de 35 foi secessionista. Nossa tese baseia-se nos seguintes fatos/argumentos:

1) Artigas (el protetor de los gauchos), já em 1816 queria formar um país independente composto de Entre Rios, Corrientes, Rio Grande do Sul, Uruguai, Santa Fé e Missiones! Ou seja, um país exclusivamente de gaúchos;

2) Durante a Campanha pela Independência do Uruguai (1825/28), Alexandre Luís de Queirós e Vasconcelos, o “Quebra”, comandando o “Regimento de Libertadores do Rio Grande”, colocou-se abertamente ao lado dos platinos. Tentando revoltar os soldados gaúcho-brasileiros, pregava a separação do Rio Grande, antecipando a revolução farroupilha que, quando eclodiu, em 35, dela participou;

3) O deputado provincial José Mariano alertou ao presidente da existência de um partido que pregava a independência do Rio Grande do Sul, dizendo em seu discurso: “Que muito de propósito as primeiras autoridades têm sem cessar procurado fazer acreditar ao governo central, que um partido aqui existe com fins hostis à integridade do Império. O mais singular, porém, neste negócio, é que... são homens elogiados e quase endeusados como salvadores da província!  Liga com o Estado oriental, independência da província, proclamação da república, etc...”. E conclui dizendo: “O presidente da província dá conta à assembleia da existência de partido que trabalha no pérfido e indecoroso plano de separação desta província...”;

4) Quando Antônio Netto proclamou a independência do Estado Rio-Grandense, nenhum farroupilha foi contra o ato. Todos apoiaram a atitude de Netto porque a separação fazia parte do plano revolucionário e esperavam apenas uma oportunidade, e ela surgiu com a vitória da batalha de Seival. Se alguém discordasse mudaria de lado. — O coronel Bento Manuel mudou de lado três vezes durante os dez anos do conflito;

5) O Convênio de Ponche Verde foi um armistício e não a revogação da independência. O Escudo, o Hino e a Bandeira são, ainda hoje, símbolos oficiais do Rio Grande do Sul;

6) Além de Caxias aceitar as condições para a paz, nenhum Farrapo depôs ou entregou sua arma ao exército brasileiro.

7) Na “História da Grande Revolução”, Varela diz: “Lucas pertencia ao grêmio dos que, desde 1832, conjuravam em prol de um Rio Grande independente e livre”. (vol.5, p.22)

— {O fato da chamada "traição de Canabarro", que teria desarmado os negros para que Caxias (o capitão de mato e de estrada) massacrasse a todos, em Porongos, merece um estudo maior por parte dos historiadores, até porque Canabarro foi contra a abolição dos escravos, proposta durante a República}.

Então, por ignorância dos dirigentes do MTG ou por maldade sarcástica dos mesmos, na abertura da “Semana Farroupilha” cantam o hino do inimigo, hasteando a bandeira do mesmo (Estado Brasiliano) no mastro de honra, em detrimento à tricolor, num verdadeiro ato de traição ao General Antônio Netto, a Bento Gonçalves, Domingos José de Almeida, Ulhoa Cintra, Onofre Pires, Anita Garibaldi, Corte Real, Teixeira Nunes e seus indômitos lanceiros negros e tantos outros que, apunhalados por tal despropério mal parado e traiçoeiro, devem se revolver em suas tumbas, tal o escárnio mordaz destes pseudo tradicionalistas.

Corrobora, o “tradicionalista” de plantão, segurando a alça do caixão funerário das virtudes cívicas, que foram a glória de nossos antepassados, sepultando-as no cemitério da hipocrisia, tal adepto de uma seita de emasculados que pregam o servilismo envolto na fumaça do incenso bajulatório do centralismo opressor, para enterrar em cova bem funda os últimos lampejos da altivez de um povo viril.

Os desmandos e a corrupção que grassa em Brasília, com a conivência de sulistas, confirmam a assertiva.

Mas quando o Sul for um País Independente, tais injustiças hão de ser reparadas para honra e glória da Nação. O Movimento Farroupilha findou, porém não acabou com o espírito de independência, pelo contrário, se ampliou por toda a Região Sul com a República Juliana, e outros atos de heroísmo, envolvendo também o Paraná que era farroupilha na época, mas foi traído pelo Império; mesmo assim, foi marcando território nos movimentos de 1893, 1930 e 61. Não mais os limites tratativos do Brasil, mas as fronteiras demarcadoras das posses da NAÇÃO SULISTA.

                                                                                                      ***


 
     
   

 

 

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